A triste realidade do serviço público

Posted by in Notícias

Sou empregado público e deveria me orgulhar muito devido a isso, simplesmente por não ter ligação com nenhum político, nem precisar está “bajulando” um ou outro. Mas na verdade não tenho motivos para me orgulhar por isso, conheço servidores públicos que defendem a intervenção estatal em tudo, sempre com o argumento que é “bom para a população”, são ferreamente contra privatização de empresas estatais afirmando que isso só “vai tirar direitos dos trabalhadores”, mas na verdade estão defendendo seus interesses individuais e usam os velhos argumentos como escudo.

O mais interessante é a incoerência dos mesmos, pois defendem que o Estado seja presente em tudo, mas fazem questão de possuir um plano de saúde, onde a empresa que paga uma parcela maior do mesmo. Sabem que a prestação dos serviços a população é precário, mas “fazem vista grossa” para isso. Onde o que mais importa é a “manutenção do emprego com suas regalias” e má prestação de serviços a população é o de menos.

Se submetem a um aumento de salário irrisório ou aumento nenhum, pelo simples fato de concordar politicamente com o governo executivo. Aceitam sem problema nenhum a corrupção de políticos de esquerda. Indiretamente usam o lema: se o governo é de esquerda pode roubar, basta manter estatais mesmo sucateando-as, o importante é a manutenção de meu emprego.

E o pior de tudo…a empresa tem em seu quadro de funcionários diversos que se aposentaram com menos de 60 anos e mesmo assim continuam “trabalhando”.  Isso mesmo “trabalhando”, pois fingem que trabalham, não produzem nada, não tem responsabilidade com o trabalho, quando cobrados pela execução de tarefas mostram insatisfação por estarem sendo cobrados e se irritam com os colegas de trabalho que tem compromisso com suas atribuições e intitulam os mesmos de “puxas-sacos”.

E para completar os absurdos…temos péssimos exemplos de funcionários que faltam sem nenhuma justificativa, esses tais são os que mais “exigem direitos trabalhistas”, são os que mais tem argumento para “defender a classe trabalhadora” e quando são cobrados pela chefia  imediata para cumprirem metas, vem logo com o argumento falando que empresa publica não deve ter meta e não só ameaçam, mas muitas vezes procuram a justiça sob alegação de assédio moral e perseguição.

 

Autor: Anônimo