Como através da impunidade se vê covardemente aprisionada a liberdade, então percebemos que real e verdadeiramente não podemos mais conviver com isso tudo que está por aí.
Os ministros do STF e demais supremas cortes, estão com certeza, assinando suas próprias sentenças de morte, ou mesmo de prisão.
É claro que muitos não conseguem entender a obviedade das coisas, e por isso acabam por acreditar em suas próprias cantilenas de que existem forças ocultas querendo derrubar a suprema corte et-caterva… O certo, é que não é nada disso.
Ninguém está preocupado em acabar com a Suprema Corte, que aliás, é extremamente importante pois em caso de haver desarmonia entre os poderes, isso ficaria a cargo da Suprema Corte e de seus ministros, a recolocação do trem, nos trilhos devidos.

O problema é, mentem tanto à nação, que acabam por acreditar em suas próprias mentiras.

Muito propositadamente pergunta-se:

“Senhor ministro Dias Toffoli quer garantir liberdade para quê, liberdade para quem?

Liberdade para roubar, matar, corromper, mentir, enganar, traficar e viciar?

Liberdade para ladrões, assassinos, corruptos e corruptores, para mentirosos, traficantes, viciados e hipócritas?

Falam de uma “noite” que durou 21 anos, enquanto fecham os olhos para a baderna, a roubalheira e o desmando que, à luz do dia, já dura 34!

Fala-se muito em liberdade!

Liberdade que se vê de dentro de casa, por detrás das grades de segurança, de dentro de carros blindados e dos vidros fumê!

Mas, afinal, o que se vê?

Vê-se tiroteios, incompetência, corrupção, quadrilhas e quadrilheiros, guerra de gangues e traficantes, Polícia Pacificadora, Exército nos morros, negociação com bandidos, violência e muita hipocrisia.

Olhando mais adiante, enxergamos assaltos, estupros, pedófilos, professores desmoralizados, ameaçados e mortos, vemos “bullying”, conivência e mentiras, vemos crianças que matam, crianças drogadas, crianças famintas, crianças armadas, crianças arrastadas, crianças assassinadas.

Da janela dos apartamentos e nas telas das televisões vemos arrastões, bloqueios de ruas e estradas, terras invadidas, favelas atacadas, policiais bandidos e assaltos a mão armada.

Vivemos em uma terra sem lei, assistimos a massacres, chacinas e seqüestros. Uma terra em que a família não é valor, onde menores são explorados e violados por pais, parentes, amigos, patrícios e estrangeiros.

Mas, afinal, onde é que nós vivemos?

Vivemos no país da IMPUNIDADE onde o crime compensa e o criminoso é conhecido, reconhecido, recompensado, indenizado e transformado em herói! Onde bandidos de todos os colarinhos fazem leis para si, organizam “mensalões”, “petrolões” e vendem sentenças.

Nesta terra, a propriedade alheia, a qualquer hora e em qualquer lugar, é tomada de seus donos, os bancos são assaltados e os caixas explodidos. É aqui, na terra da “liberdade”, que encontramos a “cracolândia” e a “robauto”, “dominadas” e vigiadas pela polícia!

Vivemos no país da censura velada, do “micro-ondas”, dos toques de recolher, da lei do silêncio e da convivência pacífica do contraventor e com o homem da lei. País onde bandidos comandam o crime e a vida de dentro das prisões, onde fazendas são invadidas, lavouras destruídas e o gado dizimado!

Mas, afinal, de quem é a liberdade que se vê?

Nossa, que somos prisioneiros do medo e reféns da impunidade ou da bandidagem organizada e institucionalizada que a controla?

Afinal, aqueles da escuridão eram “anos de chumbo” ou anos de paz?

E estes em que vivemos, são anos de liberdade ou de compensação do crime, do desmando e da desordem?

Quanta falsidade, quanta mentira quanta canalhice ainda teremos que suportar, sentir e sofrer, até que a indignação nos traga de volta a vergonha, a autoestima e a própria dignidade

Quando será que nós, homens e mulheres de bem, teremos de volta a NOSSA LIBERDADE?” – (Texto originalmente escrito em 2015 e colhido do site Jornal da Cidade OnLine – General Paulo Chagas)

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Alexandre de Moraes, é o próprio “cara” também.
Até parece que não existe no Brasil ninguém que tenha alguma, ainda que seja pequena, inteligência. Pelo menos não, que possa ser abalizada e até mesmo aceita pelos membros “SUPREMOS” do Supremo.
Vejam que “o cara” a algum tempo atrás no aeroporto, simplesmente passou pelas catracas, burlando as normas de segurança do serviço do aeroporto e entrou no avião, e naquela pose de: “daqui não saio e daqui ninguém me tira”
esperou e foi premiado com uma atitude digna de serventuários da justiça, que entendem, que ninguém está acima da lei, e portanto, seguindo essa premissa, o próprio ministro também não estaria acima da lei, e portanto, deveria sim, ser averiguado, se ele encontrava-se de acordo para embarcar no voo que ele pretendia.
Deu carteiraços, coisas que não se via desde os tempos dos coronés de engenho. Mas que Alexandre, não “o grande”, resolveu reviver, creio que no ataque, ou no surto psicótico que parecia estar enfrentando.
Bem, verdade seja dita, sendo o ministro quem era, foi averiguado e teve sua autoridade, colocada à altura da autoridade superior, que naquele caso, estava nas mãos do serventuário que acompanhou a ocorrência.
É claro que rendo meus louvores e bato a continência a esse serventuário. O povo brasileiro, com toda a certeza em peso cumprimenta esse serventuário, bem como ao staff que lhe deu amparo na diligência em questão.

(ap. Ely Silmar Vidal – Teólogo, Psicanalista, Jornalista e presidente do CIEP – Clube de Imprensa Estado do Paraná)

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