Caso Kakay: “Quem vigia o vigia?”

By Portal da Radio

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August 2, 2020

Antonio Carlos de Almeida Castro, mais conhecido pela alcunha de Kakay. Nascido em setembro de 1957 na cidade de Patos de Minas, na linda Minas Gerais.
Famoso criminalista que já atendeu muitas estrelas decadentes da velha república.
Ou seja, defendeu alguns dos criminosos mais perigosos da república, e podemos dizer que esses criminosos puderam ter algum fôlego, primeiro porque a justiça estava, como ainda está, e agora fica, a cada dia mais claro, nas mãos de canalhas, corruptos e homens totalmente desprovidos do caráter ético, da moral e da vergonha na cara.

Percebemos logo de cara, aquilo que costumamos dizer, que o corpo fala, quando nos atentamos à linguagem corporal.
Então o ser, começa por ajeitar o cabelo, ao perceber no monitor que seu cabelo está bastante desgrenhado.

A bancda da Jovem Pan, fez esse convite e lá estava o Kakay. Começa com a pergunta do Vini.

Durante a pergunta de Vini percebe-se que Kakay inicialmente tentando demonstra uma certa tranquilidade, está mordiscando o pezinho de seu óculos, mas logo que Vini começa a falar do Allan dos Santos do Terça-Liver, Kaky recoloca os óculos e dá uma coçada, meio desconfortável com a mão direita no braço esquerdo.
Ele busca demonstrar uma atenção ao vídeo, que logo em seguida fica demonstrado ser totalmente desnecessário, pois afirma em seguida que já havia recebido esse vídeo nas primeiras horas da manhã. Portanto totalmente desnecessário o teatro.

Embaixada China em Brasília, Embaixada da Coreia do Norte em Brasília, Kakay (que é do Partido dos Trabalhadores), Barroso, ou Alexandre…

A priori é interessante observar que este advogado esteve com muitos clientes, vários deles, envolvidos na Lava Jato. Entre os clientes, podemos destacar: cinco presidentes de partido; quarenta governadores (em várias ocasiões); dezenas de parlamentares (algo como quinze senadores); e mais de 20 ministros de Estado, (sendo pelo menos 13 no governo FHC; três, no governo Lula; e dois, no governo Dilma Rousseff). Além disso grandes empreiteiras, tais como: (Andrade Gutierrez, Odebrecht, OAS), alguns bancos, dentre eles: (Sofisa, BMG, BMC, Pine), e não poderia deixar de defender também banqueiros, como: (Daniel Dantas, Salvatore Cacciola, Joseph Safra). A lista é muito grande e chega-se a inúmeros clientes de peso da política, como: José Sarney; Itamar Franco; Marco Maciel; Demóstenes Torres; Edison Lobão (MDB-MA); Romero Jucá (MDB-RR); Roseana Sarney (MDB-MA); Aécio Neves (PSDB-MG); Ciro Nogueira (PP-PI); o publicitário Duda Mendonça; ainda, Antônio Carlos Magalhães; José Dirceu de quem, diga-se de passagem, é amigo pessoal; Paulo Maluf, entre outros… Também empresas diversas, destaque para a Telexfree, acusada de praticar crime de pirâmide financeira.

Segundo o “protetor dos poderosos” outra alcunha que lhe foi atribuída, disse em uma ocasião à Folha Piauí, que: “A mídia me fez petista, Voto no PT, mas não sou partidário.”

O advogado criminalista Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, afirmou em 03/08/17, que a condenação de Luiz Inácio Lula da Silva, determinada por Sergio Moro, deveria ser anulada, por não conter provas de que o petista houvera sido beneficiado com o esquema de corrupção na Petrobras.” (Isto é)

Então de fato, a não ser pelo amor com que defendeu Lula, Dirceu e o afinco com que ataca a política de Bolsonaro, podemos depreender que ele ganha muito bem estando ao lado dos primeiros que do último.

O Allan está terminando sua fala e a câmera volta ao Kakay e o pega em um sorriso (como se fosse a bandeiras despregadas), sinto porém, embora o vídeo não me permita ver melhor, que se trata de um sorriso mais daqueles amarelos, de quem foi pilhado em uma tremenda traquinagem, do que um sorriso realmente de quem não deve nada.
O Vini até brinca, “o Kakay que história é essa que o Allan está falando aí, você está perseguindo ele?”

E Kakay começa pelo lugar comum: “Eu não sabia quem era esse Allan dos Santos”
Um advogado criminalista não tomar conhecimento de assuntos que envolvem quase diretamente pessoas ligadas a ele, quase impossível, em uma terra tão miúda como o Brasil, só tem mesmo extensão territorial, mas no que tange a pessoas que de fato implicam em algo, ou podem implicar em algo: Conta outra Kakay, essa não cola.
Segundo ele, o vídeo lhe foi enviado pela manhã e ele, como bom criminalista que é, naturalmente que só poderia achar ser uma brincadeira.

“Processar esse cidadão, é claro que eu não vou dar esse prestígio a ele.” (Kakay)

“O que eu fiquei espantado, foi saber que isso se deu em uma live com uma deputada federal”

Aqui ele entra, em um ataque que mostra o quanto ele é de fato pior do que se imagina, pois ele resolve “abrir mão” de processar Allan (mais pelo fato do que pode ter em mãos Allan ou mesmo de não se preocupar, por imaginar que de fato Allan será pego pelos longos braços do esquema) mas volta-se a um ataque sujo a uma colega sua, pois Beatriz Kicis Torrents de Sordi, nascida em 09/1961; além de ser Deputada Federal, é advogada também, e como ele diz, uma contemporânea sua de faculdade.

“Talvez ela seja um pouco mais velha, pelo menos parece ser.” (Kakay)

E aqui ele alega ser ela mais velha que ele Kakay, apelando ao que machuca uma mulher, que é tocar na questão de sua idade. Então percebe-se que o corpo fala, e muito mais do que deveria.
Bia Kicis é apenas 4 anos mais nova que o Kakay, e naturalmente que ele sabe disso, ele não é nem um pouco inocente. Tem palavras medidas, curtas e grossas.

A pergunta aqui, é: Que relevância teria, ela ser mais velha ou mais nova, senão com o objetivo, apenas, de alfinetar, e justamente pelo fato de ela defender alguém a quem ele ataca com unhas e dentes, o Bolsonaro.

“Como é que uma deputada Federal usa o prestígio que o parlamento tem, para poder vir com uma história que absolutamente ridícula…” (Kakay)

E ele tenta jogar a batata quente no colo de Bia Kicis, muito provavelmente porque não tem peito para ir em cima de Allan, muito provavelmente, pela análise que fiz, de que ele sabe o quanto Allan acertou em cheio. Talvez Allan tenha mirado no elefante e acertou a mosca…

Ele diz ainda: “Eu sou um defensor empedernido da liberdade de expressão, é óbvio. Mas nenhum direito é absoluto, o cidadão que fala uma coisa dessas, tem que ser responsabilizado.” (Kakay)

Interessante a incoerência, ora, um criminalista que acha isso e diz que não vai atrás do cara (judicialmente falando), me parece mesmo que se borrou, e não vai atrás, porque não pode sair andando sem trocar o fraldão (leia com atenção eu não me referi ao fardão, que é a vestimenta dos membros das academias literárias).

Observa-se aí a citação de que Allan pode estar a serviço de um “gabinete do ódio”, interessante, que muitas vezes ele faz pose de quem não tem conhecimento das coisas, por falta de informação, e por outro lado, mostra uma coerência perfeita aos acontecimentos do dia-a-dia.

Neste ponto gosto do questionamento do comentarista do Morning, cujo nome eu não sei, mas ele pontua o fato de o Alexandre de Moraes estar perseguindo os bolsonaristas, suas redes sociais, mesmo estando ainda sendo investigados, sem nenhuma sentença transitada em julgado.
O comentarista manifesta sua opinião de que a ação de Alexandre de Moraes é demasiadamente autoritária, até pelo fato de que Lula, já condenado, continuava nas redes sociais, de dentro da sua cela na Polícia Federal em Curitiba.

A pergunta do comentarista é (não com estas mesmas palavras, claro): “Você acha normal Kakay, você impedir pessoas sem trânsito em julgado estar impedidas de utilizar-se das ferramentas que um preso condenado se utilizava de dentro da cadeia?”

E aqui novamente ele joga a bola, primeiro contra o sistema prisional, ou seja, aqui a Polícia Federal de Curitiba levou a culpa, e ainda alegou desconhecer que Lula utilizava-se das redes sociais, especialmente Twitter (foi citado especificamente o twitter)

O comentarista diz achar isso uma vergonha e que não se pode achar isso normal.

Um advogado criminalista diz não conhecer um assunto tão em voga e mesmo assim, defende que o assunto das fake news sejam investigados pelo STF. Isto é no mínimo curioso.

E com relação ao uso do poema do grande Mário Quintana, eu fico muito triste, porque o poeta, com certeza não atribuiria um jogo de palavras tão feliz para uma pessoa com tão conhecida história pelos palácios do poder pelos descaminhos da vida, e sim para uma pessoa pura que verdadeiramente mereceria a paz acalentada no poema. Eu diria que foi uma apropriação indébita de tão magnífico pensamento…

Poeminho do Contra

Todos esses que aí estão
Atravancando meu caminho
Eles passarão…
Eu passarinho!

(ap. Ely Silmar Vidal – Teólogo: COJAE 0001-12-PF-BR; Psicanalista: CONIPSI CIP: 0001-12-PF-BR; Jornalista: DRT-0009597/PR e presidente do CIEP – Clube de Imprensa Estado do Paraná)

Contato:
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Mensagem 02082020 – Caso Kakay: “Quem vigia o vigia?” – (imagens da internet)

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